(Advogado de empresa em Campo Grande explica os riscos de aceitar contratos prontos sem revisão jurídica)
Introdução
Sua empresa finalmente fecha negócio com um grande cliente.
Rede nacional, indústria consolidada ou marketplace relevante.
Mas junto com a proposta vem o contrato — já pronto, fechado e com a frase clássica:
“É o nosso padrão.”
Muitos empresários, empolgados com a oportunidade, assinam sem analisar profundamente as cláusulas.
O problema é que contratos impostos por empresas maiores costumam transferir riscos excessivos para o fornecedor menor.
Neste artigo, a equipe da Lazarim & Assunção Advogados, especializada em Direito Empresarial em Campo Grande/MS, explica o que revisar antes de assinar e como o advogado de empresa atua para equilibrar essa relação.
Por que contratos “padrão” podem ser perigosos
Empresas maiores normalmente elaboram contratos que:
- limitam a responsabilidade delas;
- ampliam a responsabilidade do contratado;
- impõem multas elevadas;
- estabelecem foro em outro estado;
- permitem rescisão unilateral sem penalidade.
Do ponto de vista jurídico, isso não é ilegal.
Mas pode ser altamente prejudicial se a sua empresa não avaliar o impacto real das cláusulas.
Cláusulas que merecem atenção redobrada
1. Responsabilidade ilimitada
Cláusulas que impõem responsabilidade total por qualquer dano, sem limite financeiro.
2. Multas desproporcionais
Penalidades elevadas por descumprimentos mínimos.
3. Prazo de pagamento extenso
Grandes empresas costumam impor prazos longos que afetam o fluxo de caixa.
4. Foro distante
Cláusulas que obrigam a empresa a litigar em outro estado, aumentando custo processual.
5. Rescisão unilateral
Direito do contratante encerrar o contrato a qualquer momento sem justificativa.
Negociar é possível? Sim.
Um erro comum é acreditar que contratos de grandes empresas são “inegociáveis”.
Na prática, é possível:
- ajustar limites de responsabilidade;
- negociar cláusulas de multa;
- equilibrar prazos de pagamento;
- incluir cláusulas de proteção.
O que não pode é assinar sem avaliar.
O papel do advogado de empresa nessa situação
O advogado de empresa atua como filtro estratégico antes da assinatura.
Ele:
- analisa riscos reais;
- identifica cláusulas abusivas;
- sugere ajustes;
- orienta sobre impacto financeiro e jurídico;
- fortalece a posição de negociação.
Essa análise prévia evita que a empresa descubra o problema apenas quando já estiver sendo cobrada judicialmente.
Conclusão
Fechar contrato com cliente grande é oportunidade.
Mas oportunidade sem análise jurídica pode virar prejuízo.
Antes de assinar qualquer contrato imposto por terceiro, é fundamental contar com o apoio de um advogado de empresa em Campo Grande, que avalie riscos e proteja sua operação.
📍 A Lazarim & Assunção Advogados, em Campo Grande/MS, atua na revisão estratégica de contratos empresariais, garantindo equilíbrio e segurança jurídica nas negociações comerciais.
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